Filed under literário

Cult? Not so much…

Eu estou lendo um livro chamado Um Entranho no Ninho, de Ken Kesey, escrito em 1962. Foi inspiração para um filme de mesmo nome. Estou no começo ainda, mas me parece um história densa que pode nos levar à várias reflexões e a única coisa que penso sempre que lembro do livro é:
O que o passarinho disse à passarinha?
- Você quer danoninho?

Pois é.

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Eternamente escrever

Escrevo como quem morre de uma morte que nunca mata. A agonia dos poetas que sentem tudo à flor da pele. Queimam, se contorcem, choram, mas não morrem. É a morte não morrida do sentir. É o coração pulsar forte, tentando sair do peito, mas não conseguir. É tentar explodir os pulmões com um berro, mas simplesmente continuar com aquela asfixia que não acaba. É tentar esgotar as lágrimas imprimindo-as no papel, mas conseguir apenas mais um lamento em versos. É como viver sendo poeta…

natiruts.forasteiro

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